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Software sob medida para operação industrial

Engenheiros embarcados na sua operação

Viemos da automação industrial. Entramos na sua rotina, conectamos ERP, supervisório, planilha e WhatsApp e construímos o software que falta entre eles.

Começamos por um fluxo só. Prazo e critério de pronto combinados na conversa técnica.

Onde a informação se perde entre um sistema e outro

A fricção aparece nas passagens entre o equipamento, quem opera e o escritório. É nesse caminho que entramos.

  1. 01

    A mesma informação digitada duas vezes

    O que foi lançado no ERP volta a ser digitado na planilha, no relatório e na mensagem para o cliente.

  2. 02

    Dado do equipamento preso no painel

    Para ler um parâmetro ou entender um alarme, alguém precisa ir até a planta ou pedir a leitura por telefone.

  3. 03

    Horas e custos que chegam tarde ao faturamento

    Apontamento em planilha e despesa em mensagem atrasam a conferência e a cobrança.

  4. 04

    Conhecimento técnico na memória de poucos

    A resposta está num manual, numa planilha antiga ou com quem atendeu da última vez.

Conectamos o que você já usa

Construímos sob medida, um fluxo por vez. Os sistemas centrais permanecem, e a informação passa a andar de um para o outro.

FRENTE 01

Sistemas que conversam entre si

O que a equipe registra uma vez aparece no ERP, na planilha e no relatório, sem ninguém digitar de novo.

ERPPlanilhaWhatsAppTeamsAPI e webhook
FRENTE 02

Equipamento acompanhado à distância

Quem decide lê o parâmetro, recebe o alarme e ajusta o equipamento sem ir até a planta a cada consulta.

CLPSupervisórioModbusGatewayAlarme
FRENTE 03

O software que falta na sua rotina

Horas, viagem, custo de obra e relatório para o cliente saem da planilha e da mensagem para uma aplicação feita para o seu processo.

Horas e despesasCusto de obraRelatórios
FRENTE 04

Conhecimento técnico à mão

A engenharia pergunta e recebe a resposta que estava no manual, na planilha ou na memória de quem atendeu, dentro da ferramenta que o time já usa.

Base de conhecimentoIATeams

Fluxo em construção

Como a Migra entra na sua operação

Cada etapa tem entrega, responsável e critério de avanço. Começamos pelo fluxo que mais pesa na operação.

ETAPA 01

Entramos na rotina

Passamos o dia a dia ao lado de quem opera, antes de escrever código.

ETAPA 02

Mapeamos onde a informação se perde

Entre sistema, planilha e mensagem. Escolhemos o ponto de maior impacto para começar.

ETAPA 03

Desenhamos sobre o que você já usa

ERP, supervisório, planilha e WhatsApp continuam. Dados, acesso e segurança ficam definidos antes de ligar um sistema ao outro.

ETAPA 04

Construímos e conectamos

O software que falta entre os sistemas, com as passagens manuais automatizadas.

ETAPA 05

Colocamos em uso

Prazo combinado antes de começar, com time dedicado. Pronto é a equipe usando.

ETAPA 06

Acompanhamos e seguimos

Uso, custo e retrabalho medidos com dono. O que funciona vira base para o próximo fluxo.

O que muda quando a Migra entra na operação

01

Anos de automação industrial antes do software

O time programou CLP, comissionou painel e atendeu manutenção em campo antes de desenvolver software. Entramos na sua rotina e falamos a língua de quem opera.

02

Construímos sobre os sistemas em uso

Sob medida, em cima do ERP, do supervisório ou da planilha que já estão na operação. O sistema central fica; o fluxo em volta dele passa a funcionar.

03

Segurança definida antes de conectar

Definimos quem acessa o quê, onde os dados ficam e o que cada sistema pode ler ou alterar, conforme o risco do fluxo.

04

O código e o conhecimento ficam com você

IP 100% do cliente, por contrato. Entregamos código-fonte, documentação e treinamento do time.

Qual fluxo mais pesa hoje?

Sistemas que não conversam, equipamento distante ou processo em planilha: começamos pelo ponto de maior impacto na operação.

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Quem entra na operação

Antes do software, anos dentro de indústria e operação de campo. Produto e engenharia trabalham no mesmo contexto até o fluxo entrar em uso e virar rotina da equipe.

Italo Fernandes

Italo Fernandes

Head de Tecnologia

Quase dez anos em automação industrial, entre CLP, IHM, supervisório e refrigeração, antes do desenvolvimento full-stack. Converte processo real em arquitetura, código e deploy, do rascunho à produção.

Fernando Laranjeiro

Fernando Laranjeiro

Head de Produto

De projetos e coordenação de automação industrial, com comissionamento e start-up em campo, para o produto. Une negócio, usuário e engenharia para manter ritmo e clareza em cada ciclo de entrega.

Perguntas frequentes

Conversa técnica

Traga o fluxo que mais trava sua operação

Conte onde a informação nasce, por quais sistemas passa e onde o processo perde tempo. Mapeamos o ponto de maior impacto e o caminho até a equipe usar.