Sistemas que conversam entre si
O que a equipe registra uma vez aparece no ERP, na planilha e no relatório, sem ninguém digitar de novo.
Software sob medida para operação industrial
Viemos da automação industrial. Entramos na sua rotina, conectamos ERP, supervisório, planilha e WhatsApp e construímos o software que falta entre eles.
A fricção aparece nas passagens entre o equipamento, quem opera e o escritório. É nesse caminho que entramos.
O que foi lançado no ERP volta a ser digitado na planilha, no relatório e na mensagem para o cliente.
Para ler um parâmetro ou entender um alarme, alguém precisa ir até a planta ou pedir a leitura por telefone.
Apontamento em planilha e despesa em mensagem atrasam a conferência e a cobrança.
A resposta está num manual, numa planilha antiga ou com quem atendeu da última vez.
Construímos sob medida, um fluxo por vez. Os sistemas centrais permanecem, e a informação passa a andar de um para o outro.
O que a equipe registra uma vez aparece no ERP, na planilha e no relatório, sem ninguém digitar de novo.
Quem decide lê o parâmetro, recebe o alarme e ajusta o equipamento sem ir até a planta a cada consulta.
Horas, viagem, custo de obra e relatório para o cliente saem da planilha e da mensagem para uma aplicação feita para o seu processo.
A engenharia pergunta e recebe a resposta que estava no manual, na planilha ou na memória de quem atendeu, dentro da ferramenta que o time já usa.
Fluxo em construção
Cada etapa tem entrega, responsável e critério de avanço. Começamos pelo fluxo que mais pesa na operação.
Passamos o dia a dia ao lado de quem opera, antes de escrever código.
Entre sistema, planilha e mensagem. Escolhemos o ponto de maior impacto para começar.
ERP, supervisório, planilha e WhatsApp continuam. Dados, acesso e segurança ficam definidos antes de ligar um sistema ao outro.
O software que falta entre os sistemas, com as passagens manuais automatizadas.
Prazo combinado antes de começar, com time dedicado. Pronto é a equipe usando.
Uso, custo e retrabalho medidos com dono. O que funciona vira base para o próximo fluxo.
Prova
O contexto da operação, o que foi construído em cima dos sistemas em uso e onde o fluxo está hoje.
Ler um parâmetro de equipamento instalado em outra planta exigia deslocamento ou negociação de acesso com a TI do site. Um gateway no painel abriu o caminho sem expor a rede.
Quatro décadas de conhecimento técnico viviam em manual, planilha e memória. Hoje a engenharia da Frigocenter consulta a base dentro do Microsoft Teams.
O time programou CLP, comissionou painel e atendeu manutenção em campo antes de desenvolver software. Entramos na sua rotina e falamos a língua de quem opera.
Sob medida, em cima do ERP, do supervisório ou da planilha que já estão na operação. O sistema central fica; o fluxo em volta dele passa a funcionar.
Definimos quem acessa o quê, onde os dados ficam e o que cada sistema pode ler ou alterar, conforme o risco do fluxo.
IP 100% do cliente, por contrato. Entregamos código-fonte, documentação e treinamento do time.
Sistemas que não conversam, equipamento distante ou processo em planilha: começamos pelo ponto de maior impacto na operação.
Antes do software, anos dentro de indústria e operação de campo. Produto e engenharia trabalham no mesmo contexto até o fluxo entrar em uso e virar rotina da equipe.


Conversa técnica
Conte onde a informação nasce, por quais sistemas passa e onde o processo perde tempo. Mapeamos o ponto de maior impacto e o caminho até a equipe usar.